O livro de capa verde

Quando estava na Faculdade de Biblioteconomia, uma professora nos contou sobre o livro de capa verde que um leitor queria, e que por ter pego muito sol ficou amarelo. Nós rimos muito …

Agora como profissional, trabalhando em Biblioteca, esta história volta à tona.

Um leitor pediu há algumas semanas um livro de capa verde. Não foi a primeira vez e nem será a última. Mas, neste momento temos que utilizar as perguntas fundamentais de referência para tentarmos localizar a informação certa para o nosso público leitor. As perguntas básicas de referência são qual é o título, quem é o autor e qual é o assunto procurado, para podermos localizar o material desejado para cada pesquisador.

Às vezes, pode acontecer também do assunto procurado estar indexado por outro termo, e cabe ao Bibliotecário conhecer a coleção da Biblioteca para localizar com o sinônimo mais adequado.

Enfim, todos estes esforços são importantes no processo de informação.

Sobre Raquel Guimarães

Bibliotecária CRB 10/1431, formada há 11 anos pela UFRGS. Trabalhou como bibliotecária na Control por 10 anos. Gosta de escrever poesias e agora está colaborando com posts para o Blog.
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  • Eva Mari

    Raquel excelente!
    O que mais me surpreende é o leitor solicitar o livro de capa verde e sabermos exatamente do que ele está falando!
    Basta criar intimidade com o acervo e conhecer um pouco seus usuários para entender a solicitação do livro de capa verde, o livro de folha amarela e tantos outras formas curiosas de referenciar o material.
    Grande abraço,

  • Catharina

    Me senti mais bibliotecária que nunca…… faltou falar do livro grosso, magro etc

  • Jovita Cristina

    Adorei, parabens….É verdade, sei bem como é isso, outro dia teve uma usuária pediu o livro, disse ela: ” aquele com capa amarela e bem antigo…” Respondi sim, na primeira estante bem no inicio…rsrsrsr.

  • http://depossibilidade.wordpress.com Maurem Kayna

    Imagino o tanto de histórias que se desenrolam à frente de um(a) bibliotecário(a), quem sabe trocamos figurinhas e algumas delas virem contos.. risos. E vamos logo tirando essas poesias da gaveta! Abraço!